San Andres Island

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San Andrés é uma pequena ilha colombiana que fica bem perto da Nicarágua, no mar de infinito azul do Caribe. E, embora a sua beleza já seja mundialmente conhecida, muitos não imaginam que esse é um destino bem acessível.

quando ir

É possível visitar essa adorável ilha o ano todo, já que as temperaturas são praticamente estáveis: sempre entre 28 e 30 graus. As chuvas, ainda que raras, são mais frequentes entre maio e novembro. Para nossa alegria, San Andrés não está na rota de ciclones e furacões que atingem o Caribe todos os anos. Saiba mais em:

É também muito importante saber que, antes de embarcar para a ilha, é preciso ter um boleto turístico. Ele custa COP 105.000 e você pode comprá-lo no aeroporto, no guichê da companhia aérea, mas o pagamento deve ser feito exclusivamente em dinheiro. A compra do boleto não é obrigatória para quem for permanecer na ilha por menos de 24 horas nem para crianças de até sete anos.

Visto e documentos | Brasileiros não precisam de visto para ficar na Colômbia por até 90 dias, e, como o país faz parte do Mercosul, você só precisa apresentar sua carteira de identidade, desde que ela esteja em bom estado de conservação e tenha sido emitida há menos de dez anos, ou o passaporte, claro.
Vacina | Desde abril de 2017, o governo colombiano exige a vacinação contra a febre amarela. Depois de vacinado, você terá que solicitar o Comprovante Internacional de Vacinação, como eu explico em:
melhor época de vento é nos meses de julho, janeiro e fevereiro. Em julho chove quase todos os dias, mas nada que prejudique o velejo. O vento não é regular. Recomendamos hospedagem por 7 ou 8 dias em San Andrés, pois é bem comum, mesmo na alta temporada, 3 ou 4 dias sem vento até que a condição melhore. Leve kites grande e pequeno. Há dias em que o vento chega a 30 knots, mas no geral, fica entre 15 e 20 knots. O vento é relativamente limpo. A velocidade real é normalmente 5 knots abaixo do que marca o Windguru. O pico é ideal para free-style. A barreira de corais que circunda o lado oriental da ilha é bastante perigosa para surf e kitewave. Nem os nativos aventuram-se por lá. O grande atrativo do velejo é fazer um downwind, ao custo de 100 dólares para o casal e com apoio de bote, partindo do nordeste da ilha e chegando a Playa San Luís. Na saída, a orça é feita até a ilha Sucre, seguindo quase em paralelo à formação de recifes até a ilha Córdoba, onde está o famoso Aquário. Depois é só seguir em downwind até a Playa San Luís. São aproximadamente 2 horas de passeio inesquecível, quando efetivamente descobrimentos porque a ilha é chamada de mar de 7 cores. A água é cristalina e com um tom de azul inacreditável. Em alguns trechos o velejo ocorre a não mais de um metro sobre corais. Fizemos esse passeio com o George Michael, da Kite San Andrés School (www.kitesanadres.com), situado na Playa Principal. Também há o Kite Rocky Cay (www.kiterockycay.com), na Playa San Luís. Dica importante: sempre combine com antecedência o preço dos passeios. Na ilha de Providência, a prática de kitesurf é complicada, em razão da geografia do local e do limite de 15kg para transporte de bagagem no voo.

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